Atletas ficam tontos em campanha para melhorar o planeta

Por Luís Curro

“Em 25 de setembro de 2015, 193 líderes mundiais vão se comprometer com 17 objetivos globais para alcançar 3 metas extraordinárias nos próximos 15 anos. Erradicar a pobreza extrema. Combater a desigualdade e a injustiça. Corrigir as mudanças climáticas. Os objetivos globais poderiam fazer isto. Em todos os países. Para todas as pessoas.”

Essa é a mensagem principal na página inicial do site www.globalgoals.org, das Nações Unidas.

A segunda mensagem: “Mas, se eles vão funcionar, precisam que todos saibam sobre eles. Você não consegue lutar por seus direitos se não souber quais são eles. Você não consegue convencer os líderes globais a fazer o que precisa ser feito se você não souber o que os está convencendo a fazer. Se os objetivos forem famosos, eles não serão esquecidos.”

Na campanha para fazer as pessoas conhecerem as metas globais para o desenvolvimento sustentável, atletas e ex-atletas foram convidados a participar de uma brincadeira chamada “dizzy goal” (gol tonto).

Não sei se a iniciativa tem surtido efeito, mas é muito engraçado ver o jogador colocar a mão em uma bola, dar várias voltas (umas 15, 20, ou mais) em torno dela e depois correr na direção de outra bola para tentar chutá-la e fazer o gol.

Dei boas risadas em alguns dos vídeos.

Eis Michael Owen, ex-atacante da seleção inglesa, tentando com os filhos.

Há mais alguns aqui: twitter.com/DizzyGoals.

De fora do futebol, o velocista jamaicano Usain Bolt, supercampeão dos 100 m, também participou da campanha.

A reunião das lideranças mundiais será realizada dos dias 25 a 27 deste mês, na Organização das Nações Unidas, em Nova York. Tratará, entre outros temas, de pobreza, saúde, emprego, clima e igualdade de gênero.